O primeiro contato
Você escreve ou liga. Não precisa saber explicar o que sente, nem usar as palavras certas. Basta dizer que quer conversar.
A psicanálise parte de uma aposta simples e radical: aquilo que não encontra palavra acaba encontrando o corpo. Nosso trabalho é abrir espaço para que essa palavra apareça — sem pressa, sem prescrição, sem medida.
Não trabalhamos com metas, controles ou comparações. Trabalhamos com o que a pessoa tem a dizer sobre a própria vida, e com o que aos poucos vai se tornando possível dizer.
Você escreve ou liga. Não precisa saber explicar o que sente, nem usar as palavras certas. Basta dizer que quer conversar.
Marcamos um encontro para escutar sua história. É uma conversa, não uma avaliação. Você conta o que quiser contar.
A equipe discute o que foi escutado e propõe um caminho possível — sempre conversado com você antes de qualquer decisão.
O trabalho continua com encontros regulares. O ritmo é construído aos poucos, respeitando o que é possível para você.
Encontros regulares com um analista da equipe, em espaço reservado e sigiloso.
Espaços de fala compartilhada, onde a experiência de um ajuda a dar palavra à experiência do outro.
Escuta para quem convive e cuida. Sofrer junto também pede um lugar para falar.
Espaços de estudo e supervisão para profissionais que trabalham com transtornos alimentares.
Você não precisa estar pronto para começar. Só precisa começar.